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Mostrando postagens com o rótulo Artigos

O Brasil e o polo aquático mundial

(Slobodan Soro) Há anos o Potóff vem insistindo que não seria difícil colocar o Brasil entre os grandes do polo aquático mundial. A cada final de Campeonato Mundial , Liga Mundial ou Copa do Mundo , em que, invariavelmente, terminávamos no 3º ou 4º escalão (isso quando conseguíamos a vaga), reafirmávamos nossa opinião, que se sustentava em virtude do número bastante limitado de praticantes de polo aquático ao redor do planeta, o que tem como consequência o baixo nível de excelência do esporte e que, por sua vez, acaba acarretando na pouca renovação dos pódios.

Brasil, a salvação do polo aquático

(foto: Reuters) O polêmico título acima é de um artigo de Milorad Cavic, nadador sérvio, ex-atleta de polo aquático, que foi reproduzido no blog da Revista Swimchannel, por Daniel Takata. Vale a pena uma lida.

O Polo Aquático rumo à 2016: os ventos estão favoráveis

Segue abaixo um artigo do prof. Ricardo Cabral, Gerente de Polo Aquático da CBDA.

Um Fla x Flu como nos velhos tempos

Segue abaixo um artigo do professor Silvio Telles, abordando o clássico carioca Fla x Flu realizado na sexta-feira passada, destacando o ótimo ambiente e a necessidade dos jogos da Superliga serem acessíveis a um público maior, opinião que compartilhamos e que, sempre que possível, retomamos aqui no Potóff .

Mundial Júnior de Polo Aquático: Comissão Técnica e Atletas, imagem refletida e mudança de atitude

Segue abaixo artigo do prof. Ricardo Cabral sobre a participação do Brasil no Campeonato Mundial sub-20 , de Szombathely, na Hungria.

Mitos e verdades do polo aquático - Barcelona 2013

Segue abaixo um artigo do prof. Ricardo Cabral, Gerente de Polo Aquático da CBDA, analisando o recém encerrado Mundial de Barcelona.

Rio 2016: o "planejamento" do polo brasileiro

(foto: swimmingworldmagazine) Já há algum tempo, que o Potóff vem sustentando em alguns comentários que o "grande planejamento" do polo aquático brasileiro para as Olimpíadas do Rio, em 2016, será, na "hora H", recrutar alguns jogadores experientes que atuam no exterior, com a intenção de formar uma seleção "cascuda" que não passe vexame nos Jogos Olímpicos e alcance a meta estabelecida pela CBDA, qual seja, não terminar em último. Depois da contratação de Felipe Perrone pelo Fluminense, mais uma notícia vem corroborar essa ideia.

Liga Mundial: mais um evento isolado? (de novo!)

"A sequencia de jogos consecutivos pela Taça Brasil e Liga Mundial, mais a viagem, pesou agora. O jogo de ontem contra a China foi o diferencial. Pensávamos em ganhar e o grupo ficou abatido. Hoje tivemos dificuldade na defesa e um ataque desestruturado. A sucessão enorme de erros no terceiro período provocaram o placar dilatado. E como a classificação para a Super Final foi meio inesperada, nossa preparação não foi a adequada" "A equipe entrou apática. O resultado que esperávamos contra a China não se concretizou. Tínhamos esperança em vencer e como a vitória não veio, abalou a confiança do time. Hoje faltou preparo físico, todos estavam 'mortos'".

Artigo do prof. Silvio Telles

(foto: canalfluminense) Segue abaixo um artigo do prof. Silvio Telles, treinador de base e auxiliar-técnico da equipe adulta do Fluminense, que é uma das poucas pessoas que costuma teorizar sobre o polo aquático brasileiro.

Artigo do prof. Ricardo Cabral

Segue abaixo, artigo do prof. Ricardo Cabral, Gerente de Polo Aquático da CBDA, sobre as diferentes realidades do polo aquático brasileiro. Lembramos que a participação de todos é muito bem-vinda atarvés dos comentários, desde que devidamente identificados.

Artigo do prof. Mirko Blazevic

(foto: telegraf) Postamos abaixo, um ótimo artigo do prof. Mirko Blazevic, técnico da Seleção Brasileira Adulta Masculina, sobre metodologia de trabalho. Sem dúvida, vale a pena a leitura.

A dialética do polo aquático no Rio de Janeiro

Segue abaixo, um artigo que nos foi enviado pelo sr. Ricardo Cabral, a respeito  da situação do polo aquático no Rio de Janeiro. Qualquer pessoa que quiser se manifestar sobre o assunto, pode fazê-lo através dos comentários, ou então, nos enviar, também, um artigo.

Artigo de Kiko Perrone

Clodoaldo, Acho muito valida a discussão sobre a evolução do pólo aquático, mas gostaria de propor um novo tema: Por que o Brasil ainda não é uma potência no pólo aquático? E, o que podemos fazer para que o Brasil evolua mais rápido do que os seus concorrentes? Abaixo segue a minha opinião sobre os fatores chave para a formação dos atletas e uma comparação (também baseada nas minhas observações e conversas durante meu período fora do país) entre o Brasil e as principais potências do esporte.

Resposta do prof. Ricardo Cabral

Clodoaldo, Obrigado pela oportunidade democrática de participação. É fato que alguns dos países citados adotaram estratégias diferentes. 

Prolongando a conversa...

(ilustração: heinisblog) Aproveitando a gentil participação do prof. Ricardo Cabral, que nunca se esquiva de comentar as postagens, gostaríamos de fazer novas considerações e aproveitar para, no final da postagem, incluir mais alguns dados muito interessantes que, mais uma vez, nos foram enviados pelo "Kiko" Perrone.

Mundial 94: advogado do diabo (2)

Aproveitando o comentário do prof. Ricardo Cabral, Gerente Nacional de Polo Aquático da CBDA, vamos dar sequência as questões levantadas na postagem anterior, sempre com o intuito de avançar na discussão acerca do polo aquático brasileiro. Em alguns aspectos concordamos com o prof. Cabral, em outros, não. Vamos priorizar os aspectos em que discordamos.

Mundial 94: advogado do diabo

Antes de mais nada, para evitar qualquer mal-entendido, queremos parabenizar os atletas e as comissões técnicas das Seleções Masculina e Feminina 94, pelos belos resultados alcançados em Perth, na Austrália. Várias vezes aqui no Potóff , destacamos a qualidade dessa geração (93/96), assim como enaltecemos o trabalho dos treinadores. Porém, mais uma vez, no nosso intuito de colaborar efetivamente para o crescimento do polo aquático no Brasil, vamos fazer o papel de "advogado do diabo", isto é, vamos tentar trazer à discussão o que tais resultados representam em termos de uma evolução técnica e de uma mudança de postura no polo aquático brasileiro. Que se tratou de um belo resultado em nível pessoal (tanto dos atletas, como das comissões técnicas) isso não se discute, mas até que ponto esse resultado refletiu uma evolução técnica e de preparação?

É muito difícil!

Como é difícil gostar de polo aquático no Brasil! Não é a toa que entra ano, sai ano, não se consegue formar um público consumidor de polo. O público na arquibancada tem sempre a mesma configuração: parentes dos atletas e, às vezes, alguns atletas da base da equipe mandante. Raramente se vê alguém que foi ao jogo porque gosta de polo aquático e acompanha os campeonatos. Nem ex-atletas, nem mesmo os praticantes amadores, ninguém se sente atraído pelos campeonatos que acontecem no Brasil.

"Quando um não quer dois não fazem" e "Quem muito quer nada tem"

Segue abaixo, texto do prof. Ricardo Cabral, a respeito da I Superliga e da Liga Nacional Divisão I.

"O Que Queremos e Passaremos Para a Formação de Nossos Filhos"

O texto e os vídeos abaixo, foram enviados pelo árbitro André Dester, motivado por uma cena presenciada por ele no Campeonato Brasileiro Infanto-Juvenil (99) Masculino , disputado no último final de semana no Rio de Janeiro.