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Pré-Olímpico de Edmonton: balanço do Brasil

Confira o desempenho geral do Brasil no Pré-Olímpico de Edmonton.

7 Jogos
1 vitória, 1 empate e 5 derrotas

28 Quartos Disputados
9 vencidos,  2 empates e 17perdidos

Gols Pró
75

Gols Contra
107

Artilharia
Gabriel 14
"Grummy" 11
"Charuto" 11
Henrique 11
Rudá 6
Marcelo 6
Jonas 5
"Guzinho" 4
B. Gomes 3
"Braguinha" 2
Danilo 2

Arbitragem
José Werner apitou 5 jogos
Holanda x Macedônia
Alemanha x Holanda
Montenegro x Macedônia
Macedônia x Alemanha
Canadá x Macedônia







Comentários

  1. Ficar citando as carências do polo brasileiro é chover no molhado, mas, infelizmente, após toda competição só nos restas repetir as mesmas coisas. Vamos pegar, especificamente, o trajeto da Seleção até o Pré-Olímpico. No início de janeiro, o Brasil foi disputar um torneio na Austrália. Aquilo que seria uma ótima oportunidade para dar jogo ao time, acabou sendo mais um dos inúmeros eventos isolados, q ñ contribuem em nada para o desenvolvimento do polo. Pq? Simplesmente pq o Brasil foi com uma Seleção remendada (sem Marcelinho, Charuto, Henrique, Emílio e Gabriel) e sem realizar um treino sequer.
    Depois de ter jogado em setembro o Pan, comprometendo compromissos de estudo e trabalho, em janeiro os atletas têm uma nova viagem, sem q a CBDA tivesse apresentado qq planejamento para o futuro próximo, nem qq proposta de contrato, apenas, mais uma vez, eventos isolados. O resultado dessa política “avestruz” foi o anúncio do desligamento da Seleção dos atletas J. Felipe e Emílio, q receberam propostas concretas em suas respectivas áreas de trabalho.
    Após a chegada da Austrália, a Seleção passou 45 DIAS sem treinar! Para piorar, por decisão exclusiva do presidente da CBDA, a viagem de 15 dias de treinamento na Croácia foi inexplicavelmente cancelada. Quer dizer, o “grde treinamento” q o Brasil realizou para esse Pré-Olímpico foram 2 semanas de treino, mais a disputa do Sul-Americano, qdo a Seleção enfrentou as “fortíssimas” equipes do Equador, Uruguai, Venezuela e Colômbia.
    Numa entrevista ao SPORTV, no início de janeiro, o Coordenador de Seleções da CBDA, prof. Paulo Rogério “Beiçola”, ao comentar as chances no Pré-Olímpico dizia: “Ñ adianta nada ter sorte no sorteio se ñ treinarmos duro”. Pois é, de quem é a responsabilidade de organizar um calendário de treinos?
    Claro q se tivéssemos feito a preparação ideal, ainda assim ñ seríamos favoritos a vaga olímpica. O Brasil foi como um franco-atirador, mas acertar um tiro no escuro sem bala na agulha e, ao invés disso, com uma arma de sal grosso, é muito complicado. Ficou evidente que nos primeiros jogos a equipe se superou, embalada pelo sonho olímpico. A partir do fim do 1º quarto contra a Romênia (0-4), com o fim do sonho, o rendimento despencou. Fomos atropelados pela Romênia e perdemos para 2 seleções q, com uma boa preparação (técnica, física e psicológica) conseguiríamos jogar de igual para igual (Macedônia e Turquia). Agora tem a Liga, e a chance de disputar pela 1ª vez a Super Final é real, o q seria importantíssimo pro polo brasileiro. Vou repetir mais uma vez, urge q se faça um planejamento sério, q inclua um calendário de treinos, viagens e competições, um contrato q trate da remuneração, direitos e deveres, e o estabelecimento de metas e objetivos a serem alcançados. Ainda dá tempo. Estamos aguardando.

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